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Fontes Alternativas de Energia

O Rio Grande do Norte é autossuficiente em energia elétrica e ainda produz excedentes que são exportados para outras regiões. As principais fontes geradoras são de origem térmica e eólica. Em junho de 2013, a potência termoelétrica em operação no Estado era de 507 MW, enquanto a eólica correspondia a 395 MW.

Graças aos desdobramentos da política nacional de incentivos ao desenvolvimento de fontes alternativas de energia, os investimentos em geração eólica se encontram em franca expansão, tornando-se uma das modalidades mais competitivas. O Rio Grande do Norte, como destaque entre as regiões melhores dotadas, vem atraindo, maciçamente, a construção de usinas eólicas em suas minas de ventos mais nobres, a saber, ao longo do litoral norte e nordeste, nas áreas elevadas do nordeste e nas serras centrais (Serra de Santana).

Mas além da eletricidade eólica, a energia solar é mais recente fonte de geração renovável que vem atraindo a atenção de investidores para o estado. Portanto, seguindo-se à força dos ventos, o calor do sol deverá se tornar a próxima fonte a aquecer o desenvolvimento industrial potiguar.

Para dar suporte técnico e tecnológico às fontes alternativas de energia, o Sistema FIERN conta com o CTGAS-ER, vinculado ao SENAI/RN.

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Competitividade

Fontes Alternativas de Energia

O Rio Grande do Norte é autossuficiente em energia elétrica e ainda produz excedentes que são exportados para outras regiões. As principais fontes geradoras são de origem térmica e eólica. Em junho de 2013, a potência termoelétrica em operação no Estado era de 507 MW, enquanto a eólica correspondia a 395 MW.

Graças aos desdobramentos da política nacional de incentivos ao desenvolvimento de fontes alternativas de energia, os investimentos em geração eólica se encontram em franca expansão, tornando-se uma das modalidades mais competitivas. O Rio Grande do Norte, como destaque entre as regiões melhores dotadas, vem atraindo, maciçamente, a construção de usinas eólicas em suas minas de ventos mais nobres, a saber, ao longo do litoral norte e nordeste, nas áreas elevadas do nordeste e nas serras centrais (Serra de Santana).

Mas além da eletricidade eólica, a energia solar é mais recente fonte de geração renovável que vem atraindo a atenção de investidores para o estado. Portanto, seguindo-se à força dos ventos, o calor do sol deverá se tornar a próxima fonte a aquecer o desenvolvimento industrial potiguar.

Para dar suporte técnico e tecnológico às fontes alternativas de energia, o Sistema FIERN conta com o CTGAS-ER, vinculado ao SENAI/RN.