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Artigo - Pacto pelo Desenvolvimento

Confira o artigo do presidente a Federação das Indústrias do RN e do Conselho Temático da Micro e Pequena Empresa (COMPEM-CNI), o empresário Amaro Sales, publicado neste domingo (17), no jornal Tribuna do Norte

PACTO PELO DESENVOLVIMENTO
Amaro Sales de Araújo, Presidente da FIERN e COMPEM/CNI.

Visitei nos últimos dias os Poderes Públicos entregando a versão mais atual do Mais RN, fato já comentado em outras oportunidades. Na última terça-feira, dia 12, foi entregue ao Governador Robinson Faria, a quem sugeri, em nome do grupo responsável pelo Projeto, a liderança daquilo que chamamos – com conhecida insistência – de amplo pacto político e social para o desenvolvimento estadual.

No projeto Mais RN, sempre lembrado como um roteiro importante para construirmos os caminhos do futuro potiguar, cada Poder deve exerce um papel relevante, contribuindo para a melhoria do ambiente de desenvolvimento. Para tanto, a celebração do Pacto é pedra fundamental: “para construir uma economia competitiva, com um ambiente de negócios atraente e efeitos positivos sobre o desenvolvimento social, sem perder sua individualidade e suas especificidades, os Poderes Públicos Estaduais (Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público) e Municipais, e as principais lideranças e atores políticos, empresariais e da sociedade do Rio Grande do Norte precisarão realizar um grande esforço coordenado tendo em vista a construção de uma visão de futuro, objetivos e metas consensuais e compartilhadas. Este processo só tem chance de ser bem sucedido se contar com a adesão e participação de todas as instâncias de Governo e de Estado, do empresariado e especialmente, de amplo apoio político da sociedade potiguar”.

Em outros Estados iniciativas de convergências já foram feitas e os resultados positivos são facilmente percebidos. Partiram da premissa que precisavam juntar forças para enfrentar os problemas. Para tanto, imprescindível é o desprendimento. Os líderes e Poderes precisam realizar gestos concretos de sacrifícios em torno do bem comum. É preciso, de fato, mais espírito público e menos corporativismo. Se estivermos juntos - órgãos municipais, estaduais e federais do Poder Executivo, sociedade civil de diversas esferas e instâncias, Poderes Judiciário, Legislativo, Tribunal de Contas e Ministério Público – em torno de uma pauta comum, seguramente, as perspectivas de superação serão bem melhores. A união não tornará o Estado imune a problemas, mas o fará suficientemente forte para enfrentá-los.

A pauta comum inserida no Pacto pelo Desenvolvimento que defendo já tem um roteiro sugerido pelo Mais RN. É uma sugestão ousada que defende, em articulação com os empreendedores, a qualidade das instituições, a eficiência do Estado, o ajuste fiscal, os investimentos em infraestrutura e em educação. Para avançarmos é realmente preciso o desprendimento da classe política, a sensibilidade das principais autoridades e o debate razoável sobre os sacrifícios que cada um pode oferecer a bem do equilíbrio e do desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Norte.

 

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Artigo - Pacto pelo Desenvolvimento

Confira o artigo do presidente a Federação das Indústrias do RN e do Conselho Temático da Micro e Pequena Empresa (COMPEM-CNI), o empresário Amaro Sales, publicado neste domingo (17), no jornal Tribuna do Norte

PACTO PELO DESENVOLVIMENTO
Amaro Sales de Araújo, Presidente da FIERN e COMPEM/CNI.

Visitei nos últimos dias os Poderes Públicos entregando a versão mais atual do Mais RN, fato já comentado em outras oportunidades. Na última terça-feira, dia 12, foi entregue ao Governador Robinson Faria, a quem sugeri, em nome do grupo responsável pelo Projeto, a liderança daquilo que chamamos – com conhecida insistência – de amplo pacto político e social para o desenvolvimento estadual.

No projeto Mais RN, sempre lembrado como um roteiro importante para construirmos os caminhos do futuro potiguar, cada Poder deve exerce um papel relevante, contribuindo para a melhoria do ambiente de desenvolvimento. Para tanto, a celebração do Pacto é pedra fundamental: “para construir uma economia competitiva, com um ambiente de negócios atraente e efeitos positivos sobre o desenvolvimento social, sem perder sua individualidade e suas especificidades, os Poderes Públicos Estaduais (Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público) e Municipais, e as principais lideranças e atores políticos, empresariais e da sociedade do Rio Grande do Norte precisarão realizar um grande esforço coordenado tendo em vista a construção de uma visão de futuro, objetivos e metas consensuais e compartilhadas. Este processo só tem chance de ser bem sucedido se contar com a adesão e participação de todas as instâncias de Governo e de Estado, do empresariado e especialmente, de amplo apoio político da sociedade potiguar”.

Em outros Estados iniciativas de convergências já foram feitas e os resultados positivos são facilmente percebidos. Partiram da premissa que precisavam juntar forças para enfrentar os problemas. Para tanto, imprescindível é o desprendimento. Os líderes e Poderes precisam realizar gestos concretos de sacrifícios em torno do bem comum. É preciso, de fato, mais espírito público e menos corporativismo. Se estivermos juntos - órgãos municipais, estaduais e federais do Poder Executivo, sociedade civil de diversas esferas e instâncias, Poderes Judiciário, Legislativo, Tribunal de Contas e Ministério Público – em torno de uma pauta comum, seguramente, as perspectivas de superação serão bem melhores. A união não tornará o Estado imune a problemas, mas o fará suficientemente forte para enfrentá-los.

A pauta comum inserida no Pacto pelo Desenvolvimento que defendo já tem um roteiro sugerido pelo Mais RN. É uma sugestão ousada que defende, em articulação com os empreendedores, a qualidade das instituições, a eficiência do Estado, o ajuste fiscal, os investimentos em infraestrutura e em educação. Para avançarmos é realmente preciso o desprendimento da classe política, a sensibilidade das principais autoridades e o debate razoável sobre os sacrifícios que cada um pode oferecer a bem do equilíbrio e do desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Norte.

 

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