Programa de Compliance é apresentado em encontros de gestores e educadores do Sistema FIERN

11/02/2022   17h37

 

Os encontros de profissionais das áreas pedagógica e de gestão do SESI e SENAI, no Rio Grande do Norte, incluíram, nestes dois primeiros meses do ano, palestras e discussões sobre um programa que tem como meta ser uma das características do Sistema FIERN: as ações de compliance. Em fase de implementação, o Programa Corporativo de Compliance estabelece procedimentos para prevenir, detectar e remediar riscos relacionados ao cumprimento de leis e regulamentos sob a perspectiva da ética e da integridade.

 

Com isso, o programa tem a função de fazer cumprir as normas para evitar as situações que poderiam enfraquecer a credibilidade. A gerente corporativa Gabriela Rebouças esteve na reunião de gestores do SENAI-RN, na terça-feira (8), da qual também participaram os gerentes de cada unidade operacional no Estado. E, na quinta-feira (10), participou da reunião com os professores e demais profissionais que atuam na educação no SENAI-RN.

 

Nestes encontros, ela faz uma apresentação do que é compliance e temas relacionados, como a Lei Geral de Proteção de Dados. “Não há dúvida de que este é o tema do momento: proteção de dados, informações pessoais, big data, transferências de dados pessoais e segurança da informação. Assim, já que falamos em cumprimento de normas e regras, não poderia deixar de dar destaque à LGPD”, alerta Gabriela.

 

“O Compliance garante que uma instituição ou empresa cumpram as leis, portarias, normativas, código de ética, procedimentos”, explica Gabriela Rebouças.

 

A prevenção à corrupção é um ponto importante, mas este tipo de projeto em uma corporação não está restrito a esse aspecto. Tanto que nas palestras que tem feito para os educadores do SESI e do SENAI, ela e os demais colaboradores que atuam na Gerência Corporativa de Compliance também orientam sobre os cuidados com o cumprimento a legislação eleitoral, que envolve pontos como prazos de afastamento e a necessidade de evitar comportamento partidário no ambiente escolar, sem deixar de informar os estudantes sobre a importância da eleição para a cidadania.

 

Esse é uma demonstração das preocupações da Unidade de Compliance, que demonstra ir além da prevenção à corrupção, sem deixar de ter neste ponto uma de suas prioridades. Os procedimentos éticos dos colabores e gestores é outro ponto.  “O compliance é uma área que trata de conformidade, ou seja, é responsável por verificar se todos os setores do Sistema FIERN estão trabalhando de acordo com os normativos internos e também com as leis e regulamentos externo”, explica.

 

Gabriela lembra que quando o presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales, decidiu implantar o programa, o primeiro passo foi firmar a parceria com uma consultoria do SENAI de Santa Catarina. Foram duas etapas: a primeira com um diagnóstico para a implantação, na qual é desenvolvido o estudo para identificar em qual fase está a instituição, desenvolver as normas que sejam necessárias, controles internos, as políticas de sanções, gestão de risco.

 

“O segundo momento é este no qual estamos, com a implementação, ou seja, vamos colocar o ‘carro para andar’ e verificar se estamos seguindo os padrões, os procedimentos”, diz em referência à participação nestes encontros no SESI e SENAI.

 

Encontros

Antes, a Gerente corporativa do programa também esteve nas reuniões do Conselho Deliberativo das duas instituições que integram o Sistema FIERN, quando o programa foi apresentado aos conselheiros e diretores por Amaro Sales e fez uma explanação sobre o projeto.

 

“Isso demonstra a determinação e empenho da direção com o programa, o que é fundamental”, comentou. Uma instituição ou empresa com a cultura do compliance tem uma série de vantagens, destaca Gabriela, entre as quais o ganho de credibilidade, o aumento de eficiência na gestão, redução de custos, melhorias de relacionamento com cliente e fornecedores e avanços na competitividade.

 

A FIERN dedicou um espaço em seu portal para o compliance, no qual é possível assistir a um vídeo sobre o assunto, conhecer mais detalhes sobre o objetivo da instituição ao implementar o programa, ter acesso ao código de Ética e Conduta a Federação e as portarias que regulamentam essas ações, além do acesso ao formulário digital para envio de sugestões, comentário, críticas e denúncias.