
A 10º edição do Congresso Nacional de Inovação da Indústria aconteceu em São Paulo, em 2023. Foto: Sara de Santis/CNI
As inscrições para a 11ª edição do Congresso de Inovação da Indústria já estão abertas. Marcado para os dias 25 e 26 de março no WTC, em São Paulo, um dos principais eventos de inovação industrial da América Latina é uma iniciativa da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), correalizado pelo Sistema Indústria – que reúne a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço Social da Indústria (SESI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) – e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
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O Congresso tem como principal objetivo fortalecer o ecossistema nacional de ciência, tecnologia e inovação (CT&I), promover o diálogo entre os setores público e privado e difundir soluções inovadoras da indústria brasileira. Com o tema Transição Ecológica e Digital, a 11ª edição vai debater a integração entre práticas sustentáveis e tecnologias digitais e reconhecer empresas, ecossistemas e pesquisadores por meio do Prêmio Nacional de Inovação.
O evento é gratuito e voltado para lideranças empresariais, especialistas e pesquisadores do ecossistema de inovação público e privado, incluindo empresas, Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) e startups.
“A grande novidade deste ano é que o Congresso acontece depois de uma experiência inédita, a Jornada Nacional de Inovação da Indústria. Ao fim de nove meses, teremos percorrido junto com o Sebrae as cinco regiões do Brasil para ouvir dos empresários quais são os principais desafios e as oportunidades para as empresas inovarem. Também estamos mapeando soluções inovadoras e deep techs brasileiras”, destaca o diretor de Desenvolvimento Industrial, Tecnologia e Inovação da CNI, Jefferson Gomes.
“A Jornada Nacional de Inovação nos permite ouvir quem está na ponta e transformar desafios em uma agenda prática: ampliar o acesso a tecnologias, acelerar a digitalização, elevar a eficiência produtiva e incorporar a sustentabilidade como fator de competitividade. Nesse contexto, as deep techs e a bioeconomia ganham protagonismo ao conectar ciência, inovação e mercado, gerando soluções de alto impacto que fortalecem cadeias produtivas, valorizam ativos naturais e ampliam a competitividade das micro e pequenas empresas brasileiras”, aponta o diretor técnico do Sebrae Nacional, Bruno Quick.










