
O associativismo e o fortalecimento da panificação potiguar foram destaque na posse do empresário Haroldo Azevedo como novo presidente da associação Rede Pão RN, iniciativa do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do RN (SINDIPAN-RN), nesta quarta-feira (15), na Casa da Indústria. O presidente do SINDIPAN-RN, Ivanaldo Maia, representou o presidente da FIERN, Roberto Serquiz, no evento, que também empossou a nova diretoria da associação.
“A Rede Pão nasceu de uma boa prática sindical dos nossos colegas cearenses. Decidimos replicar o modelo no nosso estado e hoje somos referência nacional com essa iniciativa”, explicou Ivanaldo Maia em seu discurso na cerimônia.
Ele destacou que mais do que uma transição de liderança, a posse da nova diretoria fortalece uma agenda estratégica para a panificação do estado. “O SINDIPAN-RN reafirma o compromisso com um caminho de crescimento e construção coletiva, seguindo como uma entidade de reivindicação, articulação e defesas de pautas da panificação”, acrescentou o presidente do SINDIPAN-RN.
O vice-presidente do SINDIPAN-RN, Evandro Galdino, que primeiro presidiu a Rede Pão RN, até então, também participou da posse. “É um momento de reafirmação de propósitos. Tive a responsabilidade histórica e recebi essa missão com compromisso de construir algo sólido, coletivo e duradouro”, disse.
“Não posso deixar de destacar o apoio institucional da FIERN e do Sebrae, que foram parceiros essenciais para que a Rede Pão RN avançasse com segurança e estratégia”, acrescentou Evandro.
O novo presidente da Rede Pão, Haroldo Azevedo, também agradeceu o apoio das instituições e reafirmou o compromisso com o fortalecimento da panificação. “Assumo um compromisso com o setor para trabalharmos juntos e fortalecer nossos negócios. Para isso, contaremos com o importante apoio da FIERN, do SINDIPAN-RN e dos nossos parceiros comerciais.”
Criada em 2021 por iniciativa do SINDIPAN-RN, a Rede Pão RN busca fortalecer as indústrias do setor por meio da redução de custos e facilidade na aquisição de matéria-prima, insumos e serviços pelos associados. A proposta é reunir as empresas semanalmente para compras coletivas de fornecedores cadastrados em uma central. Com maior volume de demanda pelos insumos, o poder de barganha de preços também cresce, proporcionando maior rentabilidade.